quinta-feira, 22 de julho de 2010

  
 Morrer de amor















Vivo a morrer de amor.
Nem que o amor seja inventado.
Mesmo que o inventado amor seja dor;
Mesmo quando chorado,
Há de se ter prazer.
O jeito é amar esse amor;
E nele beber.
Para não mal dizer a dor
E contorcer o amor.
Na imaginação uma janela desvaler
Há de se alegremente bem viver.
Bom amante deve ser quem tem
Muito amor ou quem morre de amor
E por ele vai além.



Conceiça Santos